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O Ateneu - Este livro é uma obra de desabafo do autor, que narra a vida num colégio interno que tem o nome do próprio romance. Sérgio, personagem central do livro, faz amarga crítica ao ambiente do internato e aos seus personagens, tais como, Aristarco, o diretor; Sanches e Egbert, colegas que nutrem entre si uma amizade equivoca e doentia e Ema, esposa de Aristarco, o diretor que Sérgio não vê com bons olhos em virtude da sua presunção e elevada dose de auto-idolatria.
Macunaíma - Mario de Andrade publicou 'Macunaíma' em 1938. Por falta de editora, a tiragem do romance foi de apenas oitocentos exemplares, mas o livro foi festejado pela crítica modernista por sua inovação narrativa e de linguagem. Macunaíma é o herói sem caráter, símbolo de um povo que não descobriu sua identidade. Uma releitura do folclore, das lendas e mitos do Brasil, escrita numa linguagem popular e oral. |
O Saci - Mais uma vez de férias no Sítio do Picapau Amarelo, Pedrinho se aventura pelos mistérios do assombrado Capoeirão dos Tucanos na companhia do Saci. Juntos, eles vêem de perto os principais mitos do folclore brasileiro, como a Porca dos Sete Leitões, a Cuca e o Boitatá. |
A Escrava Isaura - O enredo do livro apresenta uma seqüência de peripécias ao estilo dos folhetins da época, recheado de personagens unidimensionais. A personagem central é Isaura, uma escrava branca dotada dos melhores sentimentos, pura de coração e com uma educação como não tiveram muitas ricas e ilustres damas. No entanto, sofre as terríveis perseguições de Leôncio, seu senhor e homem tocado pelos piores vícios. |
Grande Sertão: Veredas - Nesta obra, o autor utiliza da linguagem própria do sertão para que Riobaldo conte sua história. Rosa busca apresentar a vida dos personagens de seu próprio ponto de vista, narrando a vida de jagunço com suas características - o amor, a morte, o sofrimento, o ódio e a alegria. |
via Livraria Cultura

Macunaíma - Mario de Andrade publicou 'Macunaíma' em 1938. Por falta de editora, a tiragem do romance foi de apenas oitocentos exemplares, mas o livro foi festejado pela crítica modernista por sua inovação narrativa e de linguagem. Macunaíma é o herói sem caráter, símbolo de um povo que não descobriu sua identidade. Uma releitura do folclore, das lendas e mitos do Brasil, escrita numa linguagem popular e oral.
O Saci - Mais uma vez de férias no Sítio do Picapau Amarelo, Pedrinho se aventura pelos mistérios do assombrado Capoeirão dos Tucanos na companhia do Saci. Juntos, eles vêem de perto os principais mitos do folclore brasileiro, como a Porca dos Sete Leitões, a Cuca e o Boitatá.
A Escrava Isaura - O enredo do livro apresenta uma seqüência de peripécias ao estilo dos folhetins da época, recheado de personagens unidimensionais. A personagem central é Isaura, uma escrava branca dotada dos melhores sentimentos, pura de coração e com uma educação como não tiveram muitas ricas e ilustres damas. No entanto, sofre as terríveis perseguições de Leôncio, seu senhor e homem tocado pelos piores vícios.
Grande Sertão: Veredas - Nesta obra, o autor utiliza da linguagem própria do sertão para que Riobaldo conte sua história. Rosa busca apresentar a vida dos personagens de seu próprio ponto de vista, narrando a vida de jagunço com suas características - o amor, a morte, o sofrimento, o ódio e a alegria.
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